quinta-feira, 17 de julho de 2008

Assim um....um Vitor


Eu estava aqui pensando que realmente eu mereço ser feliz, sabe? Essa felicidade toda que eu tenho na minha vida ( e que se chama Vitor) e que um dia eu pensei que fosse muito pra mim, afinal, eu devo merecer, pois eu não era do tipo de garota que se dava bem com os garotos. Assim, tinha sempre alguns esquisitos mal cheirosos atrás de mim, mas nunca um...um Vitor. E quando eu gostava de alguém (o que acontecia com grande frequência e num intervalo de tempo muito pequeno) eu geralmente não era correspondida, ou era mas não sabia. E acabava descobrindo isso depois que a coisa toda se esvaísse. Nunca alguém me tratou tão bem e com tanta prioridade quanto ele me trata. Nunca senti tantas coisas juntas por um esquisito mal cheiroso. Mas pelo Vitor sim. Só com ele eu consigo sentir uns cheiros que sem ele não fazem nenhum sentido. Algumas pessoas acabam vulgarizando o verbo amar com a síndrome do eu te amo instantâneo, aí quando alguém quer falar isso sério acaba soando meio "clichê". E isso me dá raiva. Tem gente que enfeita tanto o que sente, que esse enfeite todo acaba sendo maior que o verdadeiro sentimento dessa pessoa. E isso é mal, muito mal. Você fica construindo as coisas sob uma ilusão. Degraus que não existem sabe? Os quais podem fazer você "cair" no chão e quebrar a cara. Mas o Vitor, nunca foi assim, e com ele, eu também nunca fui. A gente sempre foi muito "pé no chão", e talvez tenha sido isso o que nos fez ficar tão...assim. Continuando, como essas pessoas vulgarizam e banalizam tanto os sentimentos, eu fico até meio receiosa quando vou falar algo, e gostaria que você ( que eu sei que vai ler isso, mesmo que não comente) entenda pelo significado exato das palavras, e não como um enfeite banal de euteamoenãopossoviversemvocê. Porque meu lindo, não há alguém que eu mais AME e alguém que eu mais zele e respeite e pense agora, na minha vida. Inigualavelmente criativo e carinhoso, você me conquista todo dia mais um pouco :)

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Então,



como estão? Sem muitas novidades, só as coisas de sempre: cotoveladas na cabeça no ônibus (porque definitivamente, eu devo ser transparente), dias tediosos salvos pelo milagre da internet e ansiedade. Ansiedade, ansiedade! Dez dias, é esse o período de tempo que me separa da universidade. Isso, aquela coisa que os gregos criaram há muito tempo, e que no começo ensinava medicina e filosofia. È, naquele tempo eles não sentiam necessidade de muita coisa. Hoje tem até curso de Radiologia. RADIOLOGIA, que diabos é isso? Quem faz radiologia vai ser o quê, radiólogo? (risos) Tá, eu paro. A carapuça de ignorante não me agrada, mas é engraçado isso tudo. È mais cômico ainda (se não trágico) você pensar que ter um curso universitário hoje em dia é o básico. Pra se destacar e vamos dizer assim "garantir" um bom emprego, você tem que ter pós-graduação no mínimo. Numa aula de história no cursinho o professor disse exatamente isso, e eu pensei "que merda, será que vale a pena você se ferrar tanto pra conseguir entrar numa boa faculdade, sendo que isso não vai lhe garantir emprego e muito menos uma boa carreia profissional?" E aí está meu lado ignorante mais uma vez. Lá no cursinho eu tinha um objetivo (que era o de fazer a prova em novembro e ver meu nome nos 'selecionados' em dezembro), e esse é o começo de tudo. O começo de um lado da minha vida que eu ainda não conheço. Eu ainda não estou na faculdade, portanto não posso afirmar com certeza como é estar numa. Mas não deve ser muito fácil. Especialmente em Curitiba, onde no inverno (como esse) fazem até 0° ás 23h e estar na "rua" não é muito agradável. Mas todo grande sacrifício, no final acaba valendo a pena. E se esse é começo da minha vida profissional, que seja! Afinal de contas, se eu não passei na UTFPR em Letras (com uma concorrência de 4.41 por vaga e uma prova que a nível de Federal eu achei bem fácil - mesmo tendo chutado muitas questões, daí talvez o pq de eu não ter sido aprovada)isso certamente aconteceu porque tinha que acontecer. Assim como eu ter conseguido a bolsa e agora dia 21 começar na faculdade, é porque tinha que ser. È nisso que acredito, é nisso que eu quero acreditar (eu acho). Tudo está tão bem, tudo está tão bom. Vou começar a fazer aulas de dança com meu namorado, na verdade vou só definir um certo talento que eu tenho para a dança (nenhum) E sei lá, eu quero muito que tudo dê certo. Não só as aulas e a dança (risos) Mas a faculdade e a minha vida aqui em casa e a minha vida com você (se sabe quem) Te desejar bom dia, fazer comida pra você enquando você toma banho assim que chega do trabalho; deitar na sala (que a gente vai ter) e ver qualquer coisa sentido você bem perto de mim, porque só assim eu fico em paz.

foto: a facúúúú!

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Finalmente!


Sabe ha quanto tempo espero por uma homenagem aos Mamonas? Sei lá, um bom tempo. E hoje finalmente isso vai acontecer (e se eu tivesse como, até gravaria isso)A Globo hoje vai bater todos os records de audiência, e quem sabe daí não surge um filme da vida deles, por que não? Porque não houve uma morte mais 'triste' que tenha me impressionado. Sempre que surge uma nova "egüinha pocotó" eu fico me perguntando "O que os Mamonas estariam fazendo hoje?" porque tenho certeza que eles seriam sucesso, mas que sucesso? Um fenômeno instantâneo e arrebatador. Estavam em todos os programas, que por sua vez aproveitam pra lucrar com o sucesso que era só deles. Um sucesso que se estenderia até os dias de hoje, se o avião em que estavam naquele 2 de março de 1996 não tivesse chocado-se contra a Serra da Cantareira, em São Paulo. Todos os 5 morreram. Deixando saudades. Eles até que tentaram tocar o que gostavam (rock) mas não dava muito certo. Um dia resolveram 'brincar' e nessa brincadeira surgiu o Mamonas Assassinas. A mistura de pop, rock, samba, brega, heavy metal, sertanejo e até o português vira, particularizava o som da banda e de suas músicas, que apesar de besterentas, eram de uma rica qualidade musical. Fazem 12 anos já, mas não parece que foi ontem que você ligava a tv e eles estavam lá? Cantando "Vira-Vira", "Pelados em Santos" e "Robocop Gay"? Suas músicas não traziam nada de útil, mas ficavam na nossa cabeça e todo mundo sabia cantar todas as músicas. Falar mal de português e eles acharem graça, não é pra qualquer um não.