quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Uma reflexão;


talvez, quem sabe, uma nova filosofia de vida.

Agora, mais do que nunca: eu realmente gosto do meu professor de fotografia. Calma, por favor! Não do jeito que você está pensando...gosto do jeito completamente diferente de como ele encara a vida. Gosto da energia boa que ele me trás, e de como sempre eu acabou rindo do jeito meio ogro dele ser. Mas hoje ele disse uma coisa que me fez parar e pensar no quanto eu sou fultil e hipócrita. Uma coisa óbvia, do tipo "Se você não gosta que as pessoas falem mal de você, por quê VOCÊ mesma se menospreza?" E isso me atingiu em cheio. Ele ainda concluia "para quê aumentar ainda mais os meus defeitos se eles já são grandes? no que isso vai ajudar?" No quê? Eu me pergunto.
Em nada. Eu mesma respondo. EM NADA! Inteligente e verdadeiramente feliz é aquele que eleva suas qualidades acima de qualquer defeito bobo ou supérfulo que exista. Quantas vezes eu me apego aos contornos feios do meu corpo, do meu rosto. Ou ao efeito "sem graça" que, às vezes, meu cabelo apresenta quando acorda. Uma menina da minha sala disse que sofria muito com essa questão de auto estima, que está fazendo terapia e está muito melhor, muito mais feliz consigo mesma. Por um momento eu pensei "puxa, será que essa é a solução?" Mas acho que no meu caso o simples conselho do professor já deve ter resolvido. Porque. MEU DEUS, é tão óbvio. Como eu odeio que falem mal de mim, que falem mentiras à meu respeito. No entanto, muitas vezes eu mesma me olho no espelho e digo muitas mentiras sobre mim. Não que eu seja linda, maravilhosa e gostosa, mas é só você olhar a sua volta que você se acha bonita, não é? ;)

Nenhum comentário: