...contra outra Jack Shepard!
terça-feira, 16 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
O show da minha vida,



Dia 02 de março (terça-feira) demorou pra chegar. Chegamos na fila às 15h e ela já estava enorme. Conhecemos André, Danilo e Otávio. André é formado em Jornalismo e mora em Santos, Danilo mora na Bahia e Otávio em Minas Gerais e, assim como eu, faz Jornalismo. Coincidência, não? Não havia melhores pessoas para nos fazer companhia do que esses três. Pessoas diferentes desse povo Curitibano ao qual estamos acostumados a ver todo dia. Começou Vanguart, e que dó. Na hora que o Hélio disse que era a última música as pessoas comemoraram. Bat for Lashes nunca tinha ouvido, mas adorei. A performance depressiva e a voz impecável: demais! E eis que enfim começa o grande show. Cinco meses de espera; R$ 320 pagos com o cartão de crédito e parte da minha poupança; dois dias de falta na faculdade; dois dias de falta no estágio; dinheiro gasto com hotel e alimentação...Ah, quando começou Life in Technicolor eu pensei "é real, ta começando...FINALMENTE!" E a partir daí o tempo passou rápido demais. Logo veio Yellow e tudo ficou amarelo. Em In My Place foi alucinante todo mundo cantando junto. Então veio o dessincronizado parabéns (em inglês) pro Chris. E um "thank you" muito fofo vindo dele. Fix You foi simplesmente indescritível. O coro de mais de 60 mil pessoas cantando mais alto que o Chris no refrão, tenho certeza que eles sentiram a mesma emoção que nós. Violet Hill; The Harderst Part; A linda e colorida Lovers in Japan. Uma das melhores partes do show com as borboletas voando acima de nós e todo mundo querendo pegá-las. Nunca pensei que seria tão lindo como foi. E quando tocou The Scientist? Senti vontade de chorar porque enfim chegou o dia, eu estava ali, ouvindo aquilo tão lindo e tudo era real e rápido: eu tinha que curti. Com lágrimas nos olhos pensei: tudo valeu a pena!
quarta-feira, 3 de março de 2010
Grande cidade

Meu principal medo quando decidimos ir a São Paulo ver o show do Coldplay no Morumbi era o de ser assaltada ou coisa pior. Preconceito? Não sei. Talvez. Mas na verdade acho que é tudo parte de uma coisa que a sociedade e a tv mostram. São Paulo é só uma Curitiba maior, bem maior. Andar sem rumo, sem saber ao certo para onde você está indo, ás vezes, é bom. Mas descobri no fim das contas que pelo menos na área central, SP é muito mais seguro que Curitiba. A cada esquina 3 ou 4 policiais faziam a guarda dos Paulistanos. Debaixo de uma chuva chata, tipicamente Paulista, chegamos à SP e começamos a explorar a grandesa dessa cidade. O Museu da Língua Portuguesa, a Pinocoteca do Estado; o Mercado Municipal com o delicioso sanduíche de mortadela e o bolinho de bacalhau; a galeria do rock, que confesso, esperava mais. Pude constatar que nem todos os Paulistanos são arrogantes e estúpidos com as pessoas, o cobrador de ônibus simpático e falador foi muito agradável na viagem ao Estádio do Morumbi. E eu poderia viver mais algumas semanas em São Paulo...
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